Não tenho pachorra...

 

 

... para gente que ou é ou se faz de cega, surda e... burra!

 

Reconheço que tenho um feitio, digamos, muito sui generis, mas tenho como princípio básico o respeito pelo(s) outro(s): o respeito pela individualidade, pelo espaço, pelas ideias, opiniões e, sobretudo vontades ou opções. Por isso, fico fora de mim quando esse mesmo respeito não é tido por mim!

  

Eu gosto de ser directa e frontal, mas procuro, sempre que possível, fazê-lo de forma a não magoar ninguém. Só que começo a pensar que nem sempre isso é viável e que vou ter de usufruir da minha fama de "insensível" e de "rochedo"...  

 

Sempre pensei que certas atitudes e silêncios eram, por si só, suficientemente explícitos e que dispensavam, por isso, palavras e, sobretudo, o advérbio de negação "NÃO". 

 

Quando não respondemos a sms, quando bloqueamos alguém no messenger, quando não retribuimos mails, quando dizemos que não queremos ir tomar café e que não mudaremos de opinião... isso não é já bastante claro?! Não basta?!

 

Será preciso dizer com todas as letras "Enxerga-te! Põe-te a milhas! Não voltes a aparecer-me à frente! Esquece que eu existo!"?! 

 

É o meu mau-feitio em todo o seu esplendor ou terei uma pontinha de razão?

 

Admito muita coisa, mas não aguento invasão de espaço, imposições e desrespeito pelas minhas escolhas. Chamem-me o que quiserem, mas é a minha postura na vida... não consensual, eu sei, mas minha! 

 

 

 

(Lynyrd Skynyrd - Free Bird)

 

 

Quem também não tiver pachorra para músicas de 9 minutos... lamento! Mas digo que vale a pena esperar para ouvir o solo de guitarra, sensivelmente a meio...

 

 

 

Sinto-me: fula com gente que se impõe!
publicado por Teia d´Aranha às 00:09 | Comentar