Sexta-feira, 13.02.09

Love was in the air...

 

O meu Cupido pode até sofrer de Parkinson....

 

 

 

 

 

... mas eu não!

 

 

 

publicado por Teia d´Aranha às 18:43 | Comentar | Ver comentários (12)
Terça-feira, 10.02.09

Há amores que estrangulam...

Quem nunca desejou um amor incondicional? Não falo do amor entre pais e filhos, entre irmãos. Esse é inquestionável (ou deveria ser). Refiro-me ao amor sem limites de um homem ou de uma mulher. Quem nunca desejou ser amado(a) sem reservas, rodeado(a) de todas as atenções? Quem nunca quis ser o mundo, o universo de alguém?

Não vale a pena negar o óbvio: passamos a vida em busca da felicidade e do amor, na procura daquela pessoa que nos "encha as medidas" e na qual nos encaixemos na perfeição. De corpo e alma. Uma sintonia inequívoca.

Para muitos essa busca poderá vir a revelar-se infrutífera, deitando por terra a tal teoria de que existe sempre, algures, a nossa outra metade. Até porque esse "algures" pode ficar no outro lado do mundo, reduzindo, assim, tragicamente as hipóteses de com ela nos cruzarmos. Ou então, pode até dar-se o caso de encontrarmos alguém com quem nos sintamos emocionalmente aconchegados, mas não plenamente preenchidos. Como aquela peça do puzzle que até cabe naquele espaço, mas depois não se une de forma perfeita às restantes. Ainda não é a tal peça.  

Existem depois os afortunados. Os que têm a sorte de encontrar a outra metade praticamente ao virar da esquina. E, quase sempre, quando menos esperavam ou quando já não acreditavam ser possível, fruto de experiências anteriores mal sucedidas. Mas eis que, um belo dia,... aí está ela... a tal pessoa!

 

Há quase dois anos, um amigo meu confidenciou-me um encontro destes, onde sentiu que she's the one. E a forma como me ia relatando os factos e o turbilhão de sentimentos em que estava mergulhado, abalou por completo a minha idéia de que os homens não sentem de forma intensa e de que jamais põem a nu afectos, dúvidas, receios e desejos. Não poderia estar mais enganada! Tinha diante de mim um homem vivido, mas com a euforia de um menino que acabara de dar o primeiro beijo... Euforia, no entanto, ensombrada por um facto ao qual não podia fechar os olhos: ela estava ligada a outra pessoa por algo chamado... casamento. Recente, mas ainda assim... um casamento. Sem filhos... mas um casamento. E isso pesa!

Não vale a pena estar com falsos moralismo e vestir uma expressão de condenação. Atire a primeira pedra quem nunca deu um passo que não era suposto dar. Não recriminei o meu amigo, mas nunca deixei de o alertar para o desgaste psicológico e emocional que uma relação daquelas poderia acarretar. Contudo, também lhe fui dizendo que se os sentimentos dele eram correspondidos, lá chegaria o dia em que aquela mulher ficaria ao seu lado. Sim, porque na minha modesta visão, quem se envolve com outra pessoa, tendo um casamento às costas, é porque algo está mal.

Passaram quase dois anos. E ontem, tive novamente "diante" de mim, o tal menino, mas com lágrimas, invadido por uma decepção monstruosa, completamente perdido e derrotado, magoado da queda, mas recusando-se a tratar as feridas por achar que é um esforço em vão. Um guerreiro vencido pelo cansaço de lutar contra fantasmas.

Já o tinha sentido assim, cheio de interrogações e de desalento ao longo destes dois anos, nas várias conversas que fomos mantendo. E confesso que não sei como conseguiu aguentar, como foi capaz de se contentar com encontros fortuitos, com ausências prolongadas e sobretudo com promessas que nunca mais eram cumpridas. Só encontro uma explicação: cegueira emocional, meu amigo! Quando o coração nos coloca uma venda os olhos para que não possamos enxergar o óbvio, pois o amor que sentimos é mais forte do que tudo e porque nos agarramos a uma esperança, mesmo ténue, como se de uma tábua de salvação se tratasse.

 

Eu dou a mão à palmatória: há atitudes que não entendo, há formas de determinadas pessoas se posicionarem face ao amor que me escapam. Como é que uma mulher  (aquela por quem o meu amigo se apaixonou perdidamente) passa dois anos num impasse, numa vida que não a satisfaz, junto de um homem que, provavelmente já nada lhe diz, se envolve com outro que diz amar acima de tudo, com quem projecta um futuro, uma vida, de quem recebe tudo (uma fidelidade e uma entrega raras) e, no fim, diz que está confusa, que não consegue tomar uma decisão, que não tem coragem, que é fraca?! Como é possível?!

Sim, é fraca! Sem dúvida que o é! Fraca e imatura. Quem opta por manter uma vida postiça em vez de tomar as rédeas do próprio destino... só pode ser muito fraca e covarde. Quando nada há que obrigue a manter uma relação (nem sentimentos, nem dependência financeira, nem filhos) e há outro alguém que se ama, que nos ama, que nos escancara as portas do seu mundo, que se prontifica a tudo por um amor singular e, mesmo assim, isso não é o bastante para uma tomada de atitude... Que nome poderemos dar a isso? É amor? Só se fôr um amor que estrangula, que fere, que destrói, que mata.

 

Ontem teria gostado de ser dona de todas as repostas, mas mais não consegui do que ser dura, do que tentar fazer com que o meu amigo compreenda que a vida não tem o modo pause, não permite paragens de tempo, não permite prolongar ad eternum beijos, abraço e juras de amor. Há que seguir em frente, ou pelo menos, tentar. Há que fazer o luto. E dar tempo. E dar espaço.

 

(Amigo, obrigada por me teres deixado escrever sobre o que tanto te dói. Mas não o fiz apenas pelo prazer de escrever. Fi-lo porque sei que muito do que já te escrevi, mal leste. Não por mal, mas porque a necessidade de deitares cá para fora tudo o que te sufocava era mais forte do que tudo aquilo que eu te pudesse dizer. Aqui, poderás ler e reler e se, porventura, te magoar demais, eu apago o texto.

Tu mereces ser feliz, muito feliz! Ontem, confessavas que não valia a pena lutar por mais nada. Errado! Vale a pena sim! Vale a pena lutares por ti! Sempre por ti!)

 

 

publicado por Teia d´Aranha às 21:47 | Comentar | Ver comentários (26)
Segunda-feira, 19.01.09

Amor à primeira vista

 

Coup de foudre.

 Love at first sight.

 

Há os cépticos. Os que não acreditam. Os que nunca sentiram.

Há os crentes. Os que juram que existe. Os que já o viveram.

 

Chamar-lhe "Amor" corre o risco de ser exagerado, digo eu. Talvez por isso, eu prefira a expressão em francês, por não utilizar a palavra "Amour", mas antes o termo "Coup"... Como se de uma "pancada" se tratasse. 

Uma pancada que nos atinge, vinda não se sabe donde e que nos deixa atordoados.

Uma forte ligação ou comunhão que se estabelece, mas cuja origem desconhecemos.

 

E o desconhecido assusta e suscita muitas dúvidas. E a opção de muitos é não ir ao seu encontro e renegá-lo.

Mas há o reverso da medalha... quando o desconhecido nos atrai e nos atiça a curiosidade. E aí, optamos por obedecer ao seu chamamento e lançamo-nos nessa espécie de abismo, indiferentes ao resultado da queda.

 

Eu só passei por essa experiência uma vez na vida. A do abismo. A do "coup de foudre". Há muito, muito tempo. Mas não esqueci, apenas "arquivei", como sempre faço com os momentos da minha vida que, embora chegados ao fim, me proporcionaram algo de bom, me enriqueceram enquanto ser humano.

Os maus momentos, esses... não têm direito a "arquivo". São incinerados e diluem-se no mais profundo dos esquecimentos.

 

Era noite. No ar pairavam vozes que se cruzavam numa troca de frases e de diálogos, desprovidos de nexo e aos quais eu me mantinha imune.

Todos os meus sentidos tinham sido absorvidos por notas musicais, saídas de uma viola desconhecida e das mãos de um estranho.

 

Nunca o soube. Nunca lho confessei. Não com estas palavras. Nem com quaisquer outras...

 

(Mark Knopfler & Eric Clapton - Layla)

 

publicado por Teia d´Aranha às 22:53 | Comentar | Ver comentários (27)
Domingo, 07.12.08

Romeu... procura-se

 

Há, por parte da maioria dos homens, a idéia de que as mulheres, quando se juntam, falam de assuntos tão importantes como: penteados, roupas, sapatos, e... homens. E que algumas, para se armarem em espertas, também falam de economia, sobretudo em época de saldos...

 

Há, por parte da maioria das mulheres, a idéia de que os homens, quando se juntam, falam de assuntos tão importantes como cerveja, carros, futebol e... mulheres. E que alguns, para se armarem em espertos, também tentam dizer duas ou três frases que tenham, nem que seja ligeiramente, a ver com política.

 

Ponto em comum? Falarem do sexo oposto.

Mas será que abordam o "assunto" e expõem os sentimentos da mesma forma?

 

Armei-me em Fátima Campos Ferreira e resolvi colocar a questão às duas partes. E veio a confirmação às minhas suspeitas.

As mulheres gostam de falar do que lhes vai no coração, mas para confidências mais íntimas procuram a melhor amiga, a quem dizem o que sentem, o que receiam, o que anseiam; a quem colocam dúvidas e pedem conselhos. A quem chegam a falar da paixão e do amor que sentem por aquele que lhes dá aquele friozinho na barriga. E do corpo. Não vou mentir. Também falamos do corpo. Mas com uma escolha cuidada do vocabulário e sem entrarmos em detalhes.

 

Os homens também falam do que sentem, mas sobretudo do que sentem quando olham para o rabo ou para as mamas da "gaija" que lhes serve o almoço no restaurante, lá perto do local de trabalho. Ou do fogo que sentem a subir-lhes pelo corpo quando vão no elevador com a boazona do prédio. Agora falar de paixão, de amor?! Estás parvinha ou quê?! A maioria acha que abordar assuntos desse calibre é coisa para "gaijos" pouco machos, coisa de "florzinha". Uma mariquice. Ou seja, eles até sentem, mas não falam porque alimentam a idéia peregrina de que virilidade e expressão de sentimentos não combinam, pura e simplesmente não se misturam.

 

Por que desapareceram os "Romeus"?

 

 

Aproveito também este post para responder ao desafio do Sapo Blogs que consiste em elegermos aquela que é para nós a melhor canção de amor. Foi extremamente difícil porque poderia dar uma lista quase interminável de músicas, algumas delas já as fui colocando no blog. Mas a de hoje é uma das que me conquista totalmente.

(Dire Straits - Romeo & Juliet)

 

publicado por Teia d´Aranha às 23:57 | Comentar | Ver comentários (35)
Sábado, 29.11.08

Eu sei onde estão...

 

... os homens que lutam pelo amor.

 

Estão nos filmes.

 

E  nos vídeos de excelentes músicas.

 

(Guns N' Roses - This I Love)

  

publicado por Teia d´Aranha às 12:58 | Comentar | Ver comentários (30)
Quinta-feira, 06.11.08

Assim, juntinhos é que eu gosto!

 

E quando o mesmo desafio (apenas com uma ou outra nuance) é lançado por três pessoas... isso é? Um azar do c*ralhinho!!!

O Ima, a Irracional e a Caracolinho, sabendo que sou uma "gaija" que consome tanta música quanto uma dona de casa reformada consome de novelas da TVI e de "Tardes da Júlia", acharam que eu seria a otária perfeita para aceitar mais esta provação. E sabem que mais? Adorei!

E para que os três rejubilem, darei três respostas a cada uma das perguntas (esta é a parte que confirma que sou mesmo uma otária)!

 

O desafio consiste em:

 

I - colocar uma foto minha.

Como tenho a fama de rebelde, não vou obedecer a esta alínea!

1º Porque não me apetece.

2º Porque isto é suposto ser um blog e não o cartaz de divulgação do próximo FantasPorto.

 

II -  escolher uma banda/ artista.

Quem me conhece de ginjeira sabe que eu só poderia escolher Bruce Springsteen, "The Boss"!

 

III - responder a perguntas apenas com títulos  da banda/ artista escolhido.

(A opção de responder com excertos de letras também é aceitável)

 

IV - escolher 4 pessoas a quem passar este "mimo", não esquecendo de as avisar.

 

E as perguntas são:

 

1- és homem ou mulher?  

"Gipsy Woman", " Mary Queen Of Arkansas", "Jersey Girl"

 

2- descreve-te.  

"No Surrender", "Be True", " Born To Run"

 

3- o que acham as pessoas de ti?  

"Secret Garden", "Hearts Of Stone", "You Can Look (But You Better Not Touch)"

 

4- como descreves o teu último relacionamento?  

"I'm A Coward (When It Comes To Love)", "Heart Full Of Soul", "Glory Days"

 

5- descreve o estado actual da tua relação com o teu (tua) namorado(a) ou pretendente.  

 "All I Need", "Crush On You", " Fire"

 

6- onde querias estar agora?

"Viva Las Vegas", "Back In Your Arms Again", " I Wanna Be Where The Bands Are"

 

7 - o que pensas a respeito do amor?  

" All Or Nothing At All", "Human Touch", "Two Hearts"

 

8- como é a tua vida?  

"Get Up And Stand UP", "Code Of Silence", "My Best Was Never Good Enough"

 

9 - O que pedirias se pudesses ter um só desejo?

"Forever Young" (aqui só pede um... pronto, é um!)

 

10 - escreve uma frase sábia. 

"Don't Look Back",  "You Gotta Fight (Fight For What You Want), " A Good Man Is Hard To Find"

 

Agora vou distribuir o mal pelas aldeias e convoco para este desafio:

 

O Presidente

A Gaja

O Tome Nota

A Sophia

 

(Fire - Bruce Springsteen) 

 

publicado por Teia d´Aranha às 00:29 | Comentar | Ver comentários (14)
Segunda-feira, 08.09.08

Podia dar-me para pior...

Desde ontem que esta música não me sai da cabeça. Pela sonoridade, pelo vídeo (as mentes mais preconceituosas evitem ver... pode dar-vos uma coisinha má...), pela letra.

(Myslovitz - Chcialbym Umrzec Z Milosci)

 

Ah! Pois, esqueci-me de avisar que o idioma é o polaco! Mas também... quem não percebe? Em caso de dúvida, fica aqui a versão em inglês, cujo título é "I'd Like To Die Of Love"

 

http://www.youtube.com/watch?v=rcF6ZSKzkDs

 

 

Sinto-me: just fine
publicado por Teia d´Aranha às 15:56 | Comentar | Ver comentários (10)
Quinta-feira, 21.08.08

Andam tão enganados!

No meu último post, quando estava a escolher um tema do Sting para o ilustrar, lembrei-me de uma outra música que fez furor em 83, quando o cantor ainda fazia parte dos Police: "Every Breath You Take". E veio-me à memória por ser provavelmente uma das canções que tem sido interpretada da forma mais errónea.

Por soar a uma canção de amor, muita gente já a tem dedicado à cara-metade, ao amigo, à amiga, ao gato, ao cágado e por aí fora... Há até quem tenha chegado ao ponto de a utilizar como "banda sonora" do próprio casamento (!!!)... quando, no fundo, se trata de uma canção escrita quando Sting se divorciou da sua primeira mulher, Frances Tomelty. Irónico, no mínimo, não?

A canção fala de um tipo completamente obcecado pela ex-mulher, que confessa  amá-la ainda, mas em quem já não confia... 

 

Portanto, meus meninos e meninas, pensem melhor antes de dedicarem o tema a alguém... É que de "fofinho, amoroso e quiducho"... não tem nada! 

(Sting - Every Breath You Take)

 

Sinto-me: destruidora de ilusões!
publicado por Teia d´Aranha às 15:53 | Comentar | Ver comentários (24)
Quinta-feira, 14.08.08

Amor, traz-me um copo d'água!

 

 

O mal deve ser geral: em Agosto até a inspiração vai a banhos e o cérebro adormece. No meu caso, até acho que parou por completo... Já houve inclusive quem me tivesse feito esse reparo...

Hoje deu-me vontade de escrever, mas foi como se quisesse fazer um bolo e verificasse que não tinha nem farinha nem açúcar ( e não me venham dizer que posso fazer um bolo sem farinha e sem açúcar! Deixem-se de merdas tretas!).

Estava eu a comentar isto mesmo com a irracional, quando a "gaija" sugere: "E que tal se eu te desse um título para dissertares e tu davas-me um a mim?"

Toda a minha vida tem sido assim: se não são os problemas a procurarem-me... sou eu que os procuro. Por isso, quando a menina veio com aquele paleio, não virei a cara e disse-lhe logo: "Tu arranjas títulos do caralhinho arco da velha, mas chuta aí!". E ela não se fez rogada e atirou-me com o de hoje. Já eu, menina comedida e que se rege pelos valores mais sagrados, espetei-lhe com o título "Os degraus do coração" (coisinha mais deprimente!).

Bem, conversa para aqui, treta para acolá e acordámos que cada uma de nós pegaria nos dois temas nos respectivos blogs para vermos as diferenças entre as duas pérolas literárias, de fazer inveja às Páginas Amarelas.

 

"Amor, traz-me um copo de água!" não foi um título que me tivesse dado grandes dores de cabeça porque, para mim, amor e água... têm uma relação estreita, muito estreita mesmo.

Eu tinha jurado a mim mesma nunca falar da minha vida sexual neste espaço (sim... também tenho vida sexual... por incrível que pareça!), mas hoje vou ter de romper com essa promessa e abrir a janela da minha intimidade (É apenas a janela, não pensem que vou escancarar a porta!).

Todos temos hábitos, manias, rituais e no acto propriamente dito há comportamentos que se repetem, acções personalizadas. Há quem chame por Deus, quem morda os lençóis, quem enterre as unhas no corpo do/a parceiro/a... e toda uma panóplia de atitudes animalescas, cuja inactividade cerebral que acuso neste preciso instante não me permite recordar.

 

Agora arregalem os olhinhos que vem aí bomba: o que faço eu?... Eu...eu... eu bebo litros de água! Dá-me securas, muitas securas... Mas, por norma, o que acontece? Acontece que na loucura do momento não me vem à idéia levar a reboque  o garrafão (ok! É apenas uma garrafa) e nem me atrevo a interromper o "andamento". Julgo que não seria lá muito oportuno soltar algo como: Meu querido, aguenta aí os cavalos que vou rapidinho à cozinha buscar um copázio d'água e já acabamos de tratar do nosso "dossiê"... Por isso, tenho duas hipóteses: ou bebo água feita camelo antes de... ou enfio o garrafão do precioso líquido pela goela abaixo no fim...

 

Pelo sim, pelo não... hoje fui às compras e trouxe dois garrafões...

 (Smoke City - Underwater Love)

 

Sinto-me: cerebralmente... inactiva...
publicado por Teia d´Aranha às 23:29 | Comentar | Ver comentários (32)
Quinta-feira, 07.08.08

Si seulement je pouvais...

... saisir ton âme et lire toutes tes pensées,

... pénétrer dans ton regard et deviner tous tes souhaits,

... toucher tes lèvres et dévorer tous tes secrets,

... plonger dans ton corps et faire de ce moment une éternité,

... prendre ta main et guider tes pas,

... te montrer que le droit au bonheur t'appartient aussi...

 

  

 

Si seulemente JE pouvais...

 

Je sais, qu'un jour, on s'est promis de tout se dire, de rien se cacher... mais, aujourd'hui, j'ai peur de te dévoiler ce que je ressens encore pour toi.

Je crains que ton regard croise le mien et qu'il soit capable de lire l'amour qui habite encore en moi, que la chaleur de mon corps dénonce plus que le simple désir, que ma bouche prononce "je t'aime" au lieu de "je te veux"...

 

Si seulement TU pouvais...

 ...me dire "Je t'aime"...

 

 

Esclarecimento: Estão a pensar: "Pronto, passou-se de vez!", não é?

Depois de uma carta de desamor... uma declaração de amor... ou algo parecido.

Foi-me pedido, há tempos, que fizesse um post em francês. Resolvi juntar o útil ao agradável... Até porque FRANCÊS combina com AMOUR.... Digo eu!

 

publicado por Teia d´Aranha às 01:02 | Comentar | Ver comentários (37)

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