Sexta-feira, 03.04.09

Aguentem e não chorem!

 

Já tinham organizado uma festa, certo? Já tinham feito o velório e o enterro da Teia, verdade? Pois, guardem as roupas pretas, as coroas de flores, os discursos de despedidas, as lágrimas ou os foguetes, as serpentinas e os confetis porque o fim do blog era PETA do dia 1 de Abril!

 

Quem gosta de aqui passar, regozije-se e tire o luto! Quem vem na esperança de ver a minha "caveira"... azar, pois tão depressa não se vê livre de mim e pode continuar a tentar descobrir mais pormenores acerca da minha vidinha!

 

Estou de volta e cada vez melhor! Porque além de ser modesta como o caraças, também tenho o meu lado de Mae West que, um dia, disse: "Quando sou boa, sou muito, muito boa. Quando sou má, sou ainda melhor".

 

Aguardem novos capítulos...

 

 

 

publicado por Teia d´Aranha às 12:46 | Comentar | Ver comentários (22)
Quarta-feira, 01.04.09

Tudo tem um fim... e um blog não é excepção

 

 

Nada é para sempre. E sempre... é muito tempo.

 

O sempre passou a ser sinónimo de "até onde a vontade nos levar". E essa vontade pode durar anos, meses, dias, horas ou até escassos minutos.

 

Foram meses, neste caso. Meses de um ciclo de vida onde este blog fazia sentido. Porque nele me fiz "ouvir", nele depositei muito daquilo que sou. Ironia e sarcasmo nuns momentos. Raiva e frustração noutros. Despi-me de muitos dos meus pensamentos e embrulhei-me ainda mais nos dos que aqui passaram.

 

Empatia, lágrimas, discordâncias, interrogações, sorrisos e até gargalhadas... Tudo isto ( e mais até) provocado por palavras. Pelo enorme poder das palavras.

 

Hoje é chegada a altura das palavras darem lugar ao silêncio. Da presença ceder espaço ao vazio.

 

Terminado o "espectáculo", saio do palco sem olhar para trás, corro as cortinas, apago as luzes, fecho a porta e deito fora a chave para não cair na tentação de  voltar a abri-la.

 

É o fim.

 

Fim de momentos em que foi muito bom ter-vos desse lado, mesmo que alguns de vós o tenham feito em silêncio.

 

E não raras vezes, o silêncio diz e pesa tanto quanto as palavras.

 

Obrigada a todos! 

 

 

 

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publicado por Teia d´Aranha às 00:15 | Comentar | Ver comentários (54)
Quinta-feira, 31.01.08

It's over...

Acabou. Como tantas outras vezes. Sabíamos que não seria para sempre. Nunca é. Mas nunca nenhum de nós o disse. Nem tu, nem eu. Era inevitável, só não tinha data marcada.

Mas sabes como sou perspicaz... Não precisavas de dizer nada. Eu fui observando, sentindo. Tu foste ficando diferente... não me tratavas da mesma forma, já quase não tocavas nos meus lábios, na minha boca... Limitavaste a fazer o "indispensável"... mas estava longe de ser o que era. Eu sentia-o e tu sabias disso. Aliás, acho que foste fazendo questão de o demonstrar. Não querias ser tu a decidir, querias que fosse eu a ganhar coragem para agir e para dar tudo por terminado.

Três meses. Pouco tempo, pensarão muitos. Eu digo que foi pouco, mas intenso. Intenso e único. Demos tudo, talvez até me tenhas dado mais do que recebeste. Fazias questão de estar todos os dias comigo e sempre que eu te desejava... tu estavas lá.

Estavas... não estás mais. Esta manhã tive a certeza que seria a última vez. Quando acordei e olhei para ti, não precisávamos de dizer nada. Não houve uma única palavra. Apenas gestos, toques... Saíste da minha vida tal como entraste... de repente.

Se lamento ter-te perdido? Sim... muito! Mas, como já disse, era dado adquirido que iria ser uma relação sem futuro, como foram tantas outras e como serão as próximas. Sim... há sempre uma próxima, quer queiramos, quer não. É mais forte do que nós, é algo que não conseguimos evitar. O desgaste leva ao fim... e esse fim dá lugar a um recomeço.

Poderia ter-te dito tudo isto, mas nunca me puseste muito à vontade para falarmos do que nos inquetava. Os poucos minutos de que dispunhamos, não podiam ser desperdiçados com palavras. Tu querias-

-me e eu queria-te. Éramos inseparáveis naquele pouco tempo que era só nosso. Simbiose perfeita: tu e eu.

Mesmo sabendo que podes não ler uma única linha deste meu desabafo, não fico triste, fico até "aliviada" e com a sensação de que rompemos definitivamente com o que nos ligava. Analisando as coisas friamente, tenho plena consciência que o que houve entre nós não passou do plano físico. E é assim que vou continuar a encarar as futuras relações. Não passarão além do corpo. Nada mais.

E sabes? Não julgues que fiquei destroçada ou a chorar pelos cantos por teres partido. Não penses que me tiraste o sono, a fome ou a vontade de viver. Nada disso! Sou dura na "queda"... tu sabes.

Assim que desapareceste... reagi: tomei um duche e arranjei-me de forma a tentar ficar, pelo menos, apresentável e saí. Precisava arejar, ir à rua, ver gente, misturar-me com a multidão.

E no meio da confusão... lá estava! Já não eras insubstituível. Mais depressa do que eu esperava... aconteceu...

Sabia que iria reviver tudo novamente, mas voltei feliz para casa... Tinha encontrado a minha NOVA ESCOVA DE DENTES!!!!!

 

(Pearl Jam - Last Kiss)

 

Sinto-me: desgostosa mas com esperança
publicado por Teia d´Aranha às 11:18 | Comentar | Ver comentários (20)

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