Sexta-feira, 08.04.11

O meu mini-gajo é um grande-gajo

Conversa a caminho de casa, esta semana, depois de mais um dia de aulas:

 

Duarte - Mamã, há uma menina da minha turma que gosta de mim. Veio hoje dizer-mo.

 

Eu (já de orelha em pé e de sobrolho franzido) - Quem é ela, filho?

 

Duarte - É a Andreia, sabes, aquela que já deveria estar no 6º ano...

 

Eu (torcendo o nariz perante a falta de inteligência da candidata a minha nora) -  E o que é que tu respondeste?

 

Duarte - Perguntei-lhe se era só isso que ela tinha para me dizer e depois ela também me perguntou se eu gostava dela.

 

Eu (com o coração nas mãos) - E tu...?

 

Duarte - olha, eu só lhe disse "Não te posso responder que sim"...

 

 

Conclusão: acho que um miúdo de 10 anos pode muito bem dar lições a badamecos homens feitos sobre o que é não ferir os sentimento dos outros.

 

E a fazê-lo com classe.

 

 

publicado por Teia d´Aranha às 15:51 | Comentar | Ver comentários (9)
Terça-feira, 23.06.09

Lição para quem não sabe fechar a matraca

 

 

 

 

Mensagem com dedicatória exclusiva para... James Blunt. Mas aplicável a muitas figuras da nossa praça (rua, avenida, local de trabalho, prédio...) e que só não enumero por manifesta falta de tempo.

 

Vou limpar as impressões digitais deixadas na arma e volto já.

 

 

 

publicado por Teia d´Aranha às 20:03 | Comentar | Ver comentários (8)
Domingo, 12.04.09

De besta a bestial

 

Eis uma grande lição: nunca julgar um "livro pela capa".

 

Ou como diria Saint-Exupéry, n' O Principezinho, "O essencial é invísivel aos olhos".

 

 

P.S. - parece que o vídeo já fez "gazeta", mas podem sempre clicar aqui e arrepiarem-se...

 

 

publicado por Teia d´Aranha às 23:06 | Comentar | Ver comentários (30)
Terça-feira, 03.03.09

A triste e dura realidade...

 

... é que, num abrir e fechar de olhos, passamos...

 

  

...de bestiais a bestas,

 

... de presença reconfortante a presença indesejável,

   

... de voz que se quer ouvir a boca que se quer calada,

 

... de olhos que se procuram a olhar que se evita, 

 

... de imprescindíveis a dispensáveis. 

 

 

 

Há lições na vida que deveríamos aprender de uma vez por todas: as pessoas não são interruptores que ligamos e desligamos a nosso belo prazer... Mesmo aquelas que parecem ser suficientemente fortes para esse "on-off". Porque essa força nem sempre é tão grande quanto parece, porque o constante ligar-desligar desgasta, cansa, magoa, fere e destrói. E, um dia, o estrago provocado será irreparável... Dolorosamente irreparável.

 

Mas esquecemo-nos disso rapidamente, não é? Sobretudo quando reaprendemos a sorrir, a viver e quando a luz, que até há bem pouco tempo nos era vital, começa  a encandear e a dar vontade de voltar a desligar. 

 

 (Biffy Clyro - Machines)  

 

publicado por Teia d´Aranha às 22:54 | Comentar | Ver comentários (37)

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